O repertório
não para.
Como a Tangram pensa a operação de conteúdo: criação humana, IA e tecnologia trabalhando juntas. Guias e pontos de vista para quem decide o próximo trabalho e sustenta o que vem depois.

Desdobramento de campanha: como planejar um filme para virar dezenas de peças
Os cortes para redes, as versões verticais e as fotos não se resolvem na pós. Eles nascem no orçamento, no roteiro e no set.

Vídeo institucional: o que é, tipos e exemplos
O institucional apresenta a empresa para quem ainda não a conhece por inteiro e trabalha por anos. O que muda de um filme para outro é a ideia que organiza a história.

Vídeo manifesto: o que é e quando uma marca precisa de um
Um manifesto diz no que a marca acredita e o que ela recusa. Só funciona quando o resto da empresa consegue sustentar a frase.
Para ler com calma.
Guia · 7 capítulos · 31 minProdução de vídeo em escala
Um guia para diretores de marca e marketing espremidos entre a pressão por volume e o custo de manter a qualidade: o que a IA resolve, quem aprova, qual modelo de operação sustenta o ritmo e o que medir.
Guia · 7 capítulos · 29 minGuia do briefing de vídeo
Por que tantos vídeos de marca pedem refação na segunda rodada, o que um briefing forte decide, quem precisa assinar, o que pedir e proibir com IA e como levar tudo isso para o contrato.
Guia · 7 capítulos · 28 minGuia de operação always on
Um raio-x de como funciona, na prática, uma operação contínua de conteúdo: papéis, cadência, aprovação, captação agrupada, eventos, IA, métricas e os erros de quem monta um time in-house antes da hora.
Guia · 7 capítulos · 31 minIA generativa na produção de vídeo
Um guia sem promessa e sem pânico: onde a IA generativa já trabalha bem num filme de marca, onde ainda quebra, para onde o dinheiro se move e o que precisa estar escrito antes de publicar.
Guia · 7 capítulos · 30 minGuia de vídeo vertical para marcas
Um guia para quem responde por marca e redes: como a ideia de campanha passa a viver em dezenas de peças verticais, com creators, dados de retenção e IA no meio do caminho.
Todos os textos

Vídeo de treinamento e comunicação interna: como fazer vídeos que as pessoas assistem
Treinamento e comunicação interna competem com a caixa de entrada, as reuniões e a rotina de campo. O vídeo só entra na fila quando parece feito para quem assiste.

Employer branding em vídeo: como mostrar a empresa para quem vai trabalhar nela
Vídeo de cultura, depoimento, bastidor e vaga respondem a perguntas diferentes de quem está decidindo onde trabalhar. E todos passam por uma conversa que os textos de produtoras sobre o tema costumam deixar de fora: a autorização de imagem do colaborador.

Videocast para empresas: quando faz sentido e como produzir
Videocast é podcast com imagem, e o trabalho a mais está no que aparece na tela. Vale para a empresa que tem quem falar, um público certo e fôlego para manter a recorrência.

Social first: o que é e como planejar conteúdo de marca a partir das redes
Social first começa pela pergunta de como a ideia funciona no feed, e não pela pergunta de como recortar o filme. A diferença aparece no roteiro, na diária de gravação e no calendário.

Quanto custa um vídeo institucional (e o que entra na conta)
Tabela de preço explica pouco. O que decide o valor é o nível de produção, quantas diárias, quanta gente, quantos lugares e quanta pós o filme pede.

Quanto custa um comercial: o que define o orçamento de um filme publicitário
O preço de um comercial é a soma de etapas. Entender cada uma ajuda a saber por que dois filmes de 30 segundos podem custar valores tão diferentes.

Como escolher uma produtora de vídeo: checklist para marcas e agências
A escolha raramente dá errado por causa da câmera. Dá errado por escopo mal definido, aprovação confusa e expectativa que ninguém escreveu.

Como pedir orçamento de vídeo: as perguntas que um comprador experiente faz
Um pedido vago gera propostas que não se comparam e um pingue-pongue de "não era isso". Um pedido bem feito cabe em uma página.

Como avaliar o portfólio de uma produtora além da imagem bonita
Todo portfólio tem filmes bonitos. O que separa uma produtora da outra é o que está por trás deles: problemas resolvidos, entregas, escala e continuidade.

Contrato de produção audiovisual: o que revisar antes de assinar
Escopo, rodadas de revisão, direitos de uso, prazos e pagamento. Os pontos que evitam o "vídeo infinito" e as surpresas depois que o filme está no ar.

Vídeo institucional, filme publicitário ou branded content: qual formato escolher para cada objetivo
Os três formatos usam as mesmas câmeras e respondem a perguntas diferentes. Escolher o errado custa mais do que qualquer diária.

O que é branded content (e por que não é a mesma coisa que publicidade)
Branded content é conteúdo que alguém escolheria assistir mesmo sem a marca. O difícil é manter o equilíbrio entre o que interessa ao público e o que a marca precisa dizer.

Glossário audiovisual: 40 termos de produção de vídeo para quem contrata
Decupagem, diária, PPM, mezanino, color grading. Os termos que aparecem no orçamento e no set, explicados para quem aprova — e não para quem opera a câmera.

Cobertura de eventos corporativos: o que entregar além do vídeo do evento
Um evento reúne, num só dia, as pessoas, as falas e as imagens que a marca passa meses tentando juntar. Sair dele com um único vídeo-resumo é desperdício.

Transmissão ao vivo de eventos corporativos: quando faz sentido e como funciona
Uma live bem feita reúne gente espalhada no mesmo momento. Uma live sem motivo custa caro para ser assistida por poucos — e depois ninguém volta à gravação.

Como montar uma operação de conteúdo always on: o roteiro do primeiro ano
Fundação, formatos, ritmo e escala. O que decidir em cada fase para que o volume venha depois, sem apagar a cara da marca.

Equipe de conteúdo: quantas pessoas uma marca precisa (e como fazer a conta pelo volume)
O número de pessoas sai de peças por mês, etapas por peça e horas disponíveis. As funções saem do que cada etapa pede.

Tipos de vídeo para empresas: os 8 formatos que uma marca precisa ter
Pedir "um vídeo" é pedir pouco. Cada tipo resolve um problema diferente, vive num canal diferente e pede uma produção diferente.

Filme único ou desdobramento: quando adaptar a campanha e quando criar para cada canal
Desdobrar é ótimo quando os canais pedem a mesma ideia em tamanhos diferentes. Quando pedem conversas diferentes, a peça precisa nascer para o canal.

Vídeo vertical para marcas: por que o 9:16 precisa nascer no roteiro
Recortar um filme horizontal economiza uma decisão e perde muitas. O vertical bom é pensado no roteiro, decupado para a tela do celular e dirigido para os primeiros segundos.

Checklist para publicar conteúdo feito com IA: o que a marca precisa conferir
Na Tangram, a IA entra em várias etapas da produção. Por isso a aprovação tem uma lista própria — direitos, rostos, marcas, produto, registro e transparência — que toda peça com IA precisa passar.

O fim do Sora mostra o que protege uma marca: a operação, não a ferramenta
A OpenAI tirou o Sora do ar em duas etapas, a última em 24 de setembro de 2026. Para quem usa IA como aceleradora de etapas na produção, a lição é prática: processo, time e portabilidade entre ferramentas são o que segura a entrega.

Google Ads agora gera versões dos seus vídeos com IA: o que muda para quem produz
Em agosto, o Google passou a usar IA generativa para criar os formatos que faltam nos vídeos de Performance Max. Nós também usamos IA para versionar — com direção. O que muda é quem decide o recorte.

Nano Banana Pro no Google Ads: onde a imagem gerada ajuda e onde não substitui produção
O gerador de imagens do Google está dentro da ferramenta de anúncios, e o Asset Studio agora também faz vídeo. Nós usamos geração de imagem para variar e testar — a partir do produto real e com regras de marca.

IA em anúncios de vídeo: o que o dado do IAB de 2026 mostra
A nova pesquisa do IAB mostra 62% dos compradores de vídeo digital usando IA generativa nos criativos. Para quem usa IA na produção, o número confirma a direção — e mostra que a vantagem está no processo.

Taxa de retenção em vídeo: o que muda no roteiro e na edição do conteúdo de marca
As plataformas recomendam o que as pessoas escolhem continuar assistindo. Isso muda o começo do roteiro, o ritmo do corte e o jeito de medir.

Regulação da IA no Brasil: o que o marketing precisa saber em 2026 (e o que exigir em contrato hoje)
O marco legal ainda não virou lei, e os projetos sobre réplica digital seguem em comissão. Mas imagem, voz, dados e direito autoral já têm regra — e o contrato pode antecipar o resto.

Conteúdo gerado por IA tem direito autoral no Brasil? O que a marca precisa saber antes de usar em campanha
A lei brasileira diz que autor é pessoa física. O que a máquina gera sozinha fica numa zona cinzenta, e isso é problema de propriedade da marca, não só debate jurídico.

O que é UGC, e qual a diferença para conteúdo de creator e branded content
Três nomes que muita gente usa como sinônimos. Eles têm autores, regras e usos diferentes, e confundir um com o outro é o jeito mais rápido de gastar verba sem plano.

UGC para marcas: como trabalhar com creators sem perder o controle da marca
Creators trazem voz, audiência e naturalidade. Marcas grandes precisam de consistência, aprovação e direitos claros. O modelo híbrido junta as duas coisas.

Comercial de TV ou vídeo para redes sociais: o que muda no roteiro, no set e na pós
Mesma ideia, dois contratos de atenção. A TV entrega o espectador; o feed precisa conquistá-lo a cada segundo. Isso muda o roteiro, a câmera, o som e a entrega.

Briefing de vídeo: o que precisa ter (e o que quase sempre falta)
Um bom briefing não é longo. Ele responde as perguntas que definem custo, prazo e ideia — antes que elas virem problema no set.

Produtora, agência ou in-house: quem faz o quê no conteúdo de uma marca
Os três modelos não competem entre si. Cada um resolve um pedaço do problema — e o híbrido só funciona quando alguém integra as peças num sistema contínuo.

Vídeo com IA para empresas: onde a IA já ajuda na produção e onde ainda precisa de direção
Na Tangram, a IA faz parte do processo, abertamente: encurta etapas de pesquisa, estudo, apresentação e pós. O que a peça precisa dizer continua sendo decisão de direção.

O que é always on no marketing de conteúdo (e quando faz sentido)
Quando o conteúdo deixa de ser projeto e vira rotina, a marca precisa de outra forma de produzir: time, calendário, fluxo de aprovação e um sistema que segura a identidade no volume.